
You know, we always called each other good fellas. Like you said to somebody,:«You're gonna like this guy. He's all right. He's a good fella. He's one of us». You understand? We were good fellas. Wiseguys. But Jimmy and I could never be made because we had Irish blood. It didn't even matter that my mother was Sicilian. To become a member of a crew you've got to be one hundred per cent Italian so they can trace all your relatives back to the old country. See, it's the highest honor they can give you. It means you belong to a family and crew. It means that nobody can fuck around with you. It also means you could fuck around with anybody just as long as they aren't also a member. It's like a license to steal. It's a license to do anything. As far as Jimmy was concerned with Tommy being made, it was like we were all being made. We would now have one of our own as a member
Retirado de Goodfellas-Tudo Bons Rapazes (1990) de Martin Scorcese
Marinho Neves, Carlos Pinhão, Martins Morin, Eugénio Queirós, Santos Neves, João Freitas, José Saraiva, Manuela Freitas, António Paulino, Paulo Martins, Rui Santos, João Pedro Silva, Pedro Figueiredo. O que é que estas personalidades têm todas em comum? Bem, para além de serem nomes prestigiados do jornalismo nacional, foram também vítimas de agressão (algumas de forma bárbara) por parte de elementos afetos ao Futebol Clube do Porto. A esta desditosa lista, juntou-se no passado Domingo Valdemar Duarte.
Como adepto do futebol que cresceu a ouvir os relatos ao Domingo à tarde, Valdemar Duarte era um dos meus nomes de eleição ao lado de Fernando Correia, Ribeiro Cristóvão e Jorge Perestrelo. Depois, a partir dos anos 90, vibrei com a espetacularidade verberal de Pedro Sousa e Nuno Matos. Emprestavam a emotividade necessária, sem massacracrem a dicção e respeitando a inteligência do ouvinte. Todo o mundo futebolístico adivinhava as preferências clubísticas dos relatadores, mas estes conquistavam o seu respeito e admiração devido à imparcialidade e objetividade que nutriam, fosse num Benfica X Sporting ou num Amora X Académico de Viseu.
Valdemar Duarte é um senhor. Ponto. Conquistou o seu espaço sem precisar de empurrões duvidosos. E como homem de coluna vertebral, não merecia ser sujeito a emboscadas. Sim, porque Valdemar ainda tem as marcas físicas da emboscada covarde e animal que sofreu às mãos de um «capo» flatulento enebriado pelas flutuações viscerais do seu poder e das suas ramificações clientelares.
A imprensa nacional procurou abafar ao máximo o «infeliz incidente», como se não houvesse antecedentes. E mais uma vez coube às redes sociais denunciar o crime. Homens íntegros e com décadas de carteira jornalística e de espinha vertebral sem cifoses nortenhas vieram denunciar nos seus murais do Facebook, o que Rui Cerqueira e os «Magalhães» destas redacções não conseguiram escamotear: que Contumil é o paraíso do delito de opinião. Parabéns, Marinho Neves! Parabéns, João Querido Manha! Parabéns, José Gabriel Quaresma. Porque continuará a haver ética enquanto houver quem resista à prostituição e proxenetismo intelectual.
PS1- O Dr. Rui Gomes da Silva anunciou ontem em primeira mão que a sua queixa contra desconhecidos relativa à agressão de que foi vítima na Foz foi...arquivada. Pelo DIAP do Porto. O oposto é que seria notícia...
PS2-Júlio Magalhães prepara-se para abandonar a TVI para abraçar a coordenação do Porto Canal. Consta nos mentideros que a equipa jornalística da estação de Queluz proferiu por unanimidade um grande suspiro de alívio...Moral da história: cada panela tem a sua tampa (no Norte, diz-se «testo»)...
PS3- Alguns adeptos do FCP na blogosfera já querem fazer de Valdemar Duarte, o «Valdemort Duarte»...Sua Santidade já passou do prazo para desempenhar o papel de Harry Potter, ao que julgo crer!

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