Quem foi o discípulo de António Régio que, perante uma plateia a espumar, irrompeu como um diseur criando uma das melopeias mais fantasiosas da poesia contemporânea?
Recordo o poema;
« "Os verdadeiros paraísos são os paraísos que perdemos(...) Aqui vivem-se eternas memórias da paixão a um clube. O portista vive, é eterno, sofre, luta, exige, acumula e ganha. O portista é educado, aprende, é formado e torna-se melhor".
Sugiro que no próximo galardão termine:
«O portista, apesar das falácias credoras provindas de Liège, constituir-se-á sempre, após o êxodo, como um herege».
Segundo o jornal "O jogo", Pinto da Costa terá balbuciado:
«Parabéns, filho da ..., ingrato. Oxalá te caia o telhado do Sá Carneiro nos cornos. Assim, com a ajuda da farmacêutica Pfiser, ainda te comerei a mulher»
segunda-feira, outubro 24, 2011
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