O Benfica emprestou o Sidnei ao Besiktas, o Airton ao Flamengo e o Felipe Menezes ao Botafogo. Pelo meio despachou o Luís Filipe e o Nuno Gomes, e tenta fazer o mesmo com o Júlio César, Jardel, Fernandez, Weldon e Kardec. Ainda sobram os casos de César Peixoto, Roderick e Roberto, esse eterno incompreendido. Em sentido inverso parecem estar Wass, Artur, Leo, A. Almeida, Nuno Coelho, B. César, David Simão e Nélson Oliveira, Matic, Miguel Rosa, Mora, Uche, Nolito, Urreta, Oblak, Melgarejo e Enzo Pérez. E ainda se fala com alguma fequência de Danilo (Santos), Ruiz (Twente), Dedé (Vasco), Chhetri (Chile), Garay, Gago e Sarabia (Real Madrid), Bottinelli (S. Lorenzo), Ansaldi (Rússia) e Santiago (Nacional de Montevideo). É impressão minha ou isto dá para duas equipas?
Parece que o recém contratado Carraça veio especificamente para articular directamente com o SEF os pedidos de residência e com as unidades hoteleiras a acomodação destes tipos todos. Agora percebo este exercício proposta por um jornal há poucos dias:
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| Percebe de bola? Dê o seu palpite... |
Ou esta:
Quando uma equipa compra muitos jogadores, os clubes rivais dizem que ali há petróleo. Se é assim, as maiores reservas de petróleo estão debaixo da estátua do Eusébio! 
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