Eternidade
Vens a mim
pequeno como um deus,
frágil como a terra,
morto como o amor,
falso como a luz,
e eu recebo-te
para a invenção da minha grandeza,
para rodeio da minha esperança
e pálpebras de astros nus.
Nasceste agora mesmo. Vem comigo.
Jorge de Sena
Zé Manel, do teu (eterno) amigo, um grande abraço de felicidades. Que o teu Tiago perpetue daqui a 50 anos com o meu filho a nossa (grandiosa) tradição anual...
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário