
Pois é! O fantasma das ferroadas de capoeira tinha de voltar.
Dirão os incautos que já só faltava este argumento para rotular a que foi das melhores defesas dos últimos 10 anos do campeonato português (e sempre com capoeiras montadas), como a mais permissiva das equipas portuguesas e a mais batida no espaço aéreo nos campeonatos do hemisfério norte.
O rapaz melhorou, é facto, este ano e até o Queirós já o chamou, mas o lance de ontem é digno de uma passagem pelas bancadas. Se o Liedson teve a hombridade de assumir a sua falta de forma, a assunção do erro do Patrício não serve de desculpa. A casmurrice bentiana, recuperada pela indefinição carvalhiana, já tenderia para que se optasse por dois dos três possível não haver um remate à baliza em 45 minutos, isto em vários jogos do ano?
Voltando ao Patrício, no ano passado foi uma sucessão sucessiva de falhas dramáticas que tudo deitaram a perder. Este ano melhorou, mas o lance ricardiano de ontem, tudo borrou. Que vá para Marrazes ou para o "raio que o parta", mas as bancadas esperam por ele! Ou o Daniel ou o sérvio que avancem.
Para não falar no pulo classificativo que se dava esta semana.
Que falta de arreganho e de classe. Que degradação competitiva, como diz o "mago dos comentadores" e a besta dos jornalistas.

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