segunda-feira, outubro 05, 2009

O fim de um mito

Se há 5 anos atrás, uma empresa de sondagens me interrogasse sobre quem seria o melhor árbitro português, eu não hesitaria em afirmar o nome de Pedro Henriques. Mas o tempo encarregou-se de me provar que estava enganado. Desde aquela vergonhosa Supertaça em que o FCP ganhou ao Leiria com um golo em que Helton foi empurrado pela baliza dentro, passando pelo Benfica-Nacional do ano passado e terminando no FCPb-FCP de ontem, Pedro henriques provou qual a sua verdadeira cepa: péssimo árbiro que vai disfarçando aqui e acolá mercê de um critério largo.
Ontem num jogo entre a filial e a casa-mãe, Vítor Pereira poderia ter tido a prudência de ter nomeado um «frutado» como Vasco Santos para ficar tudo em família. Não o fez e deve estar arrependido...Mas como consta nos mentideros que Pereira não morre de amores por Henriques, esta pode ter sido uma cartada inteligente para o queimar definitivamente.
Eis o rol dos principais erros do «melhor árbitro português a nunca ter chegado a internacional» (e como é o seu último ano, nunca chegará...):
- Expulsões perdoadas a Álvaro Pereira e Guga (por agressão);
- Penalty vergonhoso não assinalado por falta de Bruno Alves a Rabiola;
- Entrada de Fernando a pés juntos não sancionada sequer com cartão amarelo.
Valha-nos a «fina ironia» de Pinto da Costa que chamou cretino a um dos futuros primeiro-ministro de Portugal e o tique nervoso de Isidoro Sousa que apareceu regularmente nas câmaras de TV a tentar aligeirar com o dedo indicador a coleira que estava muito apertada...

1 comentário:

Unknown disse...

Muito bom compadre.
A luta pelo 2º lugar está ao rubro!