
Perguntar não ofende...(**)
1- Se João Ferreira estava a 1 metro do lance e o fiscal de linha a 40 metros, porque é que acatou a decisão do seu auxiliar»? Será que os chocolatinhos potenciam a visão nocturna dos quadrúpedes ruminantes?
2- Alguém acredita que se João Ferreira não tivesse inventado o penalty, o FCP teria vencido o jogo?
3- Viram o close-up das câmaras da Sporttv ao árbitro João Ferreira aquando da primeira expulsão no Nacional? Não fazia lembrar a cara daqueles carteiros honestos que roubavam um cheque de reforma pela primeira vez?
4- Porque é que nenhum jornal fez eco das declarações de Bracalli: «se tivesse sido na noutra área, o árbitro não marcaria penalty». Será que nos contratos de avença há cláusulas de omissão de declarações de jogadores adversários do FCP?
5- Agora os portistas já admitem que o golo anulado ao Miguel Vítor no jogo contra o Nacional, afinal era lícito?
6- No ano passado, no jogo contra a Académica, o Raul Meireles também não jogou a bola com a mão dentro da grande área, ainda o resultado estava a 0-0? E na altura, o Prof. Juju Pepsodent não afirmou que o lance era involuntário?
7- Face ao que vimos ontem no Estádio do Dragão e ao historial recente de corrupção futebolística, valerá a pena o Benfica continuar a investir 30 milhões de euros todos os anos? Não seria mais sensato investir esse montante na manutenção de milícias armadas que cachaporreassem qualquer árbitro de primeira categoria que manifeste inclinação para a ingestão consciente de café com leite?
8- Porque é que Manuel Machado tirou o Ruben Micael (que estava a ser o melhor jogador do Nacional) aos 58 minutos?
9- Nunca li o «História da Literatura Portuguesa» de António José Saraiva e Óscar Lopes, mas em termos fonéticos, o termo «João Ferreira» não rima com «Roubalheira»?
(**)-Se ofender e caso o prezado leitor pertença à claque dos SuperDragões, aproveito para informar de que não frequento discotecas em Vila de Conde e que não me importava de levar um tiro no joelho pois moro numa grande cidade e é difícil encontrar uma vaga de estacionamento em hora de ponta, sem ser num espaço para deficientes.

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