
Para além de Figo, também o "ciclone" ou "águia dos Açores" teve direito a uma despedida condigna, com um jogo póstumo. Com 5 golos e um rol de estrelas, o Parque dos Princípes engalanou-se para aplaudir o melhor marcador da selecção nacional. Um jogador de topo que nunca pisou um relvado da I Divisão e que perfumou relvados, exceptuando os do Euro 2004 e 2008 e Mundial 2006, da II divisão (grande dupla com Cavaco, no Estoril), no Salamanca e Deportivo (Espanha), Bordéus e PSG, para além do União Micaelense.
Pela humildade, pelo fairplay e pela dedicação à causa açoriana, incluindo na forma do Terra Nostra, Pedro Pauleta merece um lugar de destaque como figura de proa do futebol português.
Ressalvo ainda a despedida do quarentão Paolo Maldini e de Pavel Nedved (desconsiderando a fractura ao Figo!) e desconhecendo o destino de Fernando Couto.
Um saudoso adeus a, verdadeiros, embaixadores dos seus futebóis. Milionários, também, como os embaixadores.
(Como se põem os vídeos nesta jana?)
VA

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